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    O sistema imunológico protege nosso corpo dos organismos invasores que podem causar doenças e outros problemas de saúde.
    As defesas naturais de nosso organismo ficam debilitadas após exercícios intensos que durem mais do que uma hora. Após os treinos, o número de linfócitos (células brancas) cai, tornando o corpo humano mais suscetível a vírus e outros parasitas. Essa debilitação temporária chama-se “janela aberta” do sistema imune. Esse nome sugere que os micro-organismos podem invadir o corpo e provocar infecções nas próximas quatro horas até três dias, de acordo com a intensidade, duração e nutrição.
    Se o indivíduo realiza dois ou mais períodos de exercícios no mesmo dia, o estresse induzido pelo segundo é muito maior do que o causado pelo primeiro. O ideal é que os atletas aumentem o máximo possível o tempo de intervalo entre os dois treinos.
    Os estudos tem mostrado que muitos nutrientes aceleram o processo de fechamento da “janela aberta” que expõe o organismo à contaminação. São eles:
    1- CARBOIDRATOS: A suplementação de carboidratos durante exercícios muito intensos e que durem mais que 1 hora e meia ajuda a bloquear as alterações no sistema imune. Quanto maior a depleção de glicogênio nos músculos, maiores serão os desgastes ao corpo, então, para evitar depletar seu glicogênio ao extremo, use suplementação de carboidrato em forma de gel ou líquido em treinos mais longos;
    2- PROTEÍNAS: Uma dieta rica em proteínas ao longo do dia e uma suplementação desse nutriente pré e pós-treino irá garantir o bom funcionamento do sistema imune com produção adequada de anticorpos e outras substâncias de defesa. Quem tem ingestão inadequada de proteínas ao longo do tempo, irá adquirir uma desnutrição proteica, podendo ser leve, moderada ou grave, o que irá debilitar o corpo como um todo. O consumo adequado de proteína também acelera o processo de recuperação muscular, cortando efeitos nocivos à saúde;
    3- GLUTAMINA: Esse aminoácido é um combustível importante para o crescimento dos linfócitos. Como os níveis de glutamina no sangue diminuem durante o exercício, é importante sua reposição durante o repouso. O ideal é o consumo de 10g diários (quantidades menores não tem tanto efeito) e pode ser consumida no pós-treino ou antes de dormir;
    4- ANTIOXIDANTES: Atletas que recebem vitamina C, zinco, selênio e vitamina E apresentam menos episódios de infecções e se por acaso estes ocorrem, não são gripes e/ou dor de garganta tão fortes. Esses antioxidantes podem ser consumidos em cápsulas ou em pó com sabor (manipulado) no pré ou pós-treino. Pós-treino seria a melhor indicação, afinal, a absorção e aproveitamento é melhor. Consumir diariamente.
    5- ÓLEO DE PEIXE: As gorduras ricas em ômega 3, como por exemplo o óleo de peixe, inibem a produção de prostaglandina (substância inflamatória) durante o exercício, diminuindo assim, os efeitos nocivos dos treinos intensos ao sistema imune. O ômega 3 também irá auxiliar a diminuir a inflamação causada às fibras musculares originadas durante os treinos. Isso acontece devido às propriedades anti-inflamatórias do ômega 3.
    4- ANTIOXIDANTES: Atletas que recebem vitamina C, zinco, selênio e vitamina E apresentam menos episódios de infecções e se por acaso estes ocorrem, não são gripes e/ou dor de garganta tão fortes. Esses antioxidantes podem ser consumidos em cápsulas ou em pó com sabor (manipulado) no pré ou pós-treino. Pós-treino seria a melhor indicação, afinal, a absorção e aproveitamento é melhor. Consumir diariamente.
    5- ÓLEO DE PEIXE: As gorduras ricas em ômega 3, como por exemplo o óleo de peixe, inibem a produção de prostaglandina (substância inflamatória) durante o exercício, diminuindo assim, os efeitos nocivos dos treinos intensos ao sistema imune. O ômega 3 também irá auxiliar a diminuir a inflamação causada às fibras musculares originadas durante os treinos. Isso acontece devido às propriedades anti-inflamatórias do ômega 3.
    REFERÊNCIAS:
    MAUGHAN, Ronald J.; BURKE, Louise M. Nutrição esportiva. Editora Artmed, 2004.
    KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
    BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.
    Por: Nutricionista Giovana Guido
    Website: www.giovanaguido.com.br



















    Confira a explicação fisiológica sobre o surgimento das varizes e algumas alternativas para sua prevenção/tratamento através dos exercícios físicos.



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    Por: Treino em Foco


















    O papel das vitaminas no organismo é extremamente importante, pois são elementos nutritivos essenciais para a vida e que possuem na sua estrutura compostos nitrogenados (AMINAS), os quais o organismo não é capaz de sintetizar e que, se faltarem na nutrição, provocarão manifestações de carência ao organismo.
    A carência de vitaminas na dieta pode causar doenças graves como o raquitismo, cegueira noturna, diversas alterações no processo de coagulação do sangue e a esterilidade. Porém sua ingestão em excesso pode causar perturbações orgânicas, as hipervitaminoses.
    As vitaminas são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis e hidrossolúveis, conforme as substâncias que as dissolvem.
    São lipossolúveis, solúveis em gorduras, as vitaminas A, D, K, armazenadas no fígado, e a vitamina E, que é distribuída para todos os tecidos de gordura no corpo. As substâncias lipossolúveis não são facilmente excretadas pelo organismo e tendem a se acumular provocando intoxicação se ingeridas em excesso.
    As hidrossolúveis, ou solúveis em água, como as vitaminas C e as do complexo B (1, 2, 3, 5, 6, 8 e 9), permanecem no corpo por um pequeno período de tempo antes de serem excretadas pelos rins e, por essa razão, devem ser ingeridas diariamente. A B12 também é hidrossolúvel, mas permanece armazenada no fígado.
    LIPOSSOLÚVEIS:
    Vitamina A (retinol)
    Fonte: acerola, vegetais verdes e amarelos (alface, couve, espinafre, salsa, batata-doce, cenoura), gordura, leite, manteiga, queijo, ovo, fígado e outras vísceras, sardinha.Função: Essencial para o crescimento, indispensável para a qualidade da visão, da pele e do cabelo. Funciona como antioxidante.
    Avitaminose: xeroftalmia (secura dos olhos).
    Sinais e Sintomas: cegueira noturna, fotofobia (hipersensibilidade à luz), hemorragia ocular, cegueira (casos mais graves), parosmia, alteração do paladar, desidratação da pele (com hiperqueratose e atrofia das glândulas sebáceas), desidratação das mucosas (com infecções frequentes).

    Vitamina D (Calciferol)
    Fonte: fígado, ovo, peixes de água salgada, leite, sol (favorece a produção de calciferol pelo organismo).
    Função: importante para a formação e manutenção de ossos e dentes, e influencia a absorção e metabolismo de fósforo e cálcio.
    Avitaminose: raquitismo.
    Sinais e Sintomas: atraso no crescimento, amolecimento do crânio, deformações ósseas, protrusão esternal, curvatura acentuada dos membros inferiores, malformação e envelhecimento precoce dos dentes, osteomalácia, raquitismo.

    Vitamina E (Tocoferol)
    Fonte: abacate, avelã, aveia, batata doce, brócolos, cereais integrais, noz, trigo.
    Função: importante para a atividade muscular, formação de células sexuais e sanguíneas, ação antioxidante (estabilizadora das estruturas celulares).
    Avitaminose: esterilidade.
    Sinais e Sintomas: distrofia muscular e fraqueza, eritema papular, descamação cutânea, anemia, catarata, derrames, disfunção neurológica (sistema nervoso, olhos e músculos);  os sinais e sintomas são inespecíficos. Pensa-se que esta avitaminose favorece o aparecimento de certo tipo de neoplasias malignas (cancros).

    Vitamina K (Filoquinona – Naftoquinona)
    Fonte: arroz integral, ervilha, tomate, vegetais de folhas verdes (couve-flor, espinafre, repolho), óleos vegetais, carne, fígado, leite, microflora intestinal (fornece cerca de 50% das necessidades diárias).
    Função: importante na coagulação do sangue.
    Avitaminose: hemorragias.
    Sinais e Sintomas: aparecimento fácil de hematomas, epistaxis (perda de sangue pelo nariz), hemoptises (expectoração de sangue originário do trato respiratório), hematúria e outros problemas hemorrágicos (sem causa aparente).

    HIDROSOLÚVEIS:
    Vitamina C (Ácido ascórbico)
    Função: importante para várias reacções bioquímicas celulares. A principal função é a hidroxilação do colagéno, uma proteína que aumenta a resistência de ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos. Tem efeito antioxidante, contribui para o fortalecimento das defesas imunológicas do organismo e e aumenta a absorção do ferro no organismo.
    Fontes: acerola, laranja, limão, mamão, manga, melão, morango, goiaba, batata, vegetais de folhas verdes (couve-flor, couve galega, espinafre, repolho), pimentão.
    A acerola é o fruto mais rico em vitaminas A e C (a quantidade de vitamina C é cerca de trinta vezes superior à da laranja).
    Avitaminose: escorbuto.
    Sinais e Sintomas: cicatrização difícil de ferimentos, secura da boca e dos olhos, dentes fracos, dores articulares, gengivite, hemorragias, perda de peso, fraqueza geral, letargia, lesões escorbúticas (folículos hiperqueratósicos).

    B1 (Tiamina)
    Função: respiração tecidual, metabolismo de corboidratos, equilibra o sistema nervoso e assegura o crescimento, apetite normal.
    Fontes: Fígado, coração miúdos, carne de porco, gema de ovo, presunto, nozes, levedo de cerveja e germe de trigo.
    Deficiência: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia, beri-beri (insuficiência cardíaca e manifestações nervosas).
    Excesso: Não conhecido.

    B2 (Riboflavina)
    Função: conserva os tecidos, principalmente os do globo ocular. É ativamente absorvida no intestino, especialmente na presença de alimento no trato gastrointestinal.
    Fontes: fígado, rim, lêvedo de cerveja, espinafre, berijela.
    Carência: dermatite seborréica; lesões nas mucosas, principalmente nos lábios e narinas;fotofobia.

    B3 (Niacina, vit. PP)
    Função: A vitamina B3 é necessária para a circulação adequada e pele saudável, ajuda no funcionamento do sistema nervoso, no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo. A niacina reduz o colesterol e melhora a circulação.
    Fontes: Peixe, fígado, ovos, amendoim, leite, cereais integrais, tomate.
    Deficiência: Sua deficiência no organismo provoca uma doença conhecida como pelagra, fadiga, irritabilidade, insônia, depressão nervosa, diarréia, dermatite, etc.

    B5 (Ácido pantotênico)
    Função: Tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.
    Fontes: Ovos, rins, fígado, salmão e levedura.
    Deficiência: Doenças neurológicas, lassidão, cefaléia, sonolência, náuseas, cãibras na região abdominal.

    B6 (Piridoxina)
    Função: Ela está envolvida no metabolismo dos aminoácidos, no funcionamento do sistema nervoso e também na saúde da pele, e essenciais no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipidios.
    Fontes: Lêvedo de cerveja, farelo de trigo, germe de trigo, fígado, rim, coração, melão, repolho, melado, leite, ovo, carne.
    Deficiência: Anomalias no sistema nervoso central, desordens da pele, irritabilidade, convulsões, anemia.
    Esta vitamina é mais eficiente quando tomada com as vitaminas B1, B2, o ácido pantotênico, a vitamina C e magnésio.

    Vitamina B8 (Biotina, vit H)
    Função: Intervém  na  formação  da  glucose  a  partir  dos carboidratos e das gorduras, componente essencial de enzimas, participa de metabolismos vitais.
    Fontes:  frutas, frutos secos, gema de ovo, amendoim, fígado.
    Deficiência: A carência  de  biotina  provoca  alterações  na  pele  e  língua,  inapetência, insônia, náuseas, anemia, depressão, dermatite seca, palidez.

    Vitamina B9 (Folato, Ácido Fólico, vit. M)
    Função: Necessário para a síntese de DNA e RNA, trabalha com a Vitamina B12 na formação das células vermelhas do sangue, de grande importância para mulheres grávidas.
    Fontes: Feijões variados e ervilhas, folhas verde escuro de vegetais como nabo verde, espinafre, alface,carne,tomate,cenoura,trigo,levedura.
    Deficiência: Problemas Intestinais, pode mascarar sintomas de deficiência de Vitamina B12.

    B12 (Cianocobalamina)
    Função: Necessária para o metabolismo de carboidratos, gordura e proteínas, atua no metabolismo do sistema nervoso, promoção do crescimento, promoção da formação e maturação das células vermelhas sanguíneas, aumenta a energia.
    Fontes:  Fígado, rins, leite, queijos processados, ovos e carnes.
    Deficiência: Anemia perniciosa, fraqueza e fadiga, degeneração da medula espinhal; neuropatia periférica.

    Atenção: Nenhum alimento contém sozinho a quantidade e variedade de vitaminas e minerais que precisamos. Portanto, é recomendável que se mantenha sempre o equilíbrio através de uma alimentação saudável e variada, que além de fornecer os nutrientes necessários, mantém o corpo todo em perfeito funcionamento.
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    Fonte: Perfect Body
    A dor de costas, principalmente aquela que se manifesta na parte inferior das costas, é muito comum nos jovens e adultos e é principalmente causada por excesso de treino (overtraining) ou lesão muscular. A prática de exercício físico, ao contrário do que se pensa, pode ajudar a reduzir e a prevenir estas dores.

    Músculos fracos, nomeadamente os das costas e os abdominais, contribuem para o agravar das dores de costas. É por isso que é tão importante alongar e fortalecer os músculos destas zonas. O exercício físico fortalece os músculos que suportam a coluna. Fortes músculos abdominais e flexores ajudam as pessoas a manterem uma postura erecta. Também os músculos extensores, que acompanham toda a extensão das costas, são importantes pois mantêm o alinhamento das vértebras.

    Os exercícios que visam a redução da dor de costas podem ser feitos em casa. A intensidade deve ser moderada e ir aumentando gradualmente com o passar do tempo. Mas atenção… nem todos os exercícios são adequados para a dor de costas. Alguns podem, inclusive, piorar a dor. Fica a saber que exercícios deves ou não fazer:

    Fazer:


    1) Abdominais parciais

    Abdominais parciais podem ajudar a fortalecer os músculos das costas e do estômago. “Abdominal parcial” significa que não completas o exercício de abdominal, apenas levantas um pouco os ombros do chão. Devem ser os músculos abdominais a trabalhar e não os braços ou os cotovelos a elevarem o pescoço.





    2) Alongamento das coxas

    Este exercício é bom para aliviar a dor na parte inferior das costas. Mantém a perna estendida e alonga a coxa colocando uma toalha na sola da sapatilha, puxando-a para baixo.


    3) Sentar apoiando-se na parede

    Encosta as costas flectindo os joelhos, como se estivesses sentado. Desliza para baixo e para cima sempre pressionando a parte inferior das costas contra a parede.


    4) Elevação das costas

    Deita-te no chão com a barriga para baixo e coloca as mãos por baixo dos seus ombros, à largura dos mesmos. Faz força com as mãos de modo a que os teus ombros se afastem do chão.



    5) Posição “pássaro-cão”

    Apoia as mãos e os joelhos no chão. Eleva uma perna e deixa a outra apoiada no chão. Aguenta essa posição por 5 segundos e depois troca de perna. Repete 8 a 12 vezes, tentando sempre aumentar o tempo que manténs a perna elevada. Faz o mesmo com os braços, esticando um de cada vez. Este exercício é excelente para aprender a estabilizar a parte inferior das costas durante o movimento dos braços e das pernas.


    6) Levar o joelho ao peito

    Deita-te de costas com os joelhos dobrados e a sola das sapatilhas pousada no chão. Leva um joelho ao peito, mantendo o outro pé apoiado no chão. Volta à posição inicial e repete o mesmo com o outro joelho. Durante os movimentos, a parte inferior das costas deve permanecer sempre em contacto com o chão. Repete o movimento duas a quatro vezes para cada perna.


    7) Respiração pélvica

    Deita-te de costas com os joelhos dobrados e os pés pousados no chão. Inspira profundamente. Vais sentir as costas a pressionarem contra o chão. Repete 8 a 12 vezes.


    8 ) Fazer posição de ponte

    Deita-te de costas com os joelhos dobrados e os pés pousados no chão. Move os pés de forma a ficares apenas com os calcanhares apoiados no chão. Mantém-te nesta posição durante 6 segundos e regressa à posição inicial. Descansa 10 segundos e repete. Evita arquear muito as costas durante o movimento.


    9) Exercício aeróbico

    Caminhar, nadar ou andar de bicicleta pode ajudar-te a reduzir as dores nas costas.


    10) Experimentar alguns movimentos de pilates

    O método pilates diz respeito a uma série de alongamentos e exercícios que utilizam o peso do próprio corpo para a sua execução. Estes exercícios focam-se nas diferentes regiões do corpo e têm como objectivo aumentar a flexibilidade e a força muscular. Ou seja, o pilates melhora a condição física, a postura e tonifica os músculos. Se tiveres dores de costas comunica-o ao instrutor, pois poderás ter de saltar alguns movimentos.


    11) Levantar pesos

    Se executados em condições, os exercícios de musculação não só não prejudicam a dor de costas como ajudarão a preveni-la. O problema reside no facto de que grande parte dos seus praticantes não executa bem os movimentos. Se fores iniciado, deves procurar sempre fazer os exercícios debaixo da supervisão de um instrutor. Se tens dores de costas comunica-o ao instrutor porque há exercícios que deverás evitar fazer.


    Evitar:


    1) Tocar com as mãos nos dedos dos pés

    Este exercício coloca uma grande quantidade de stress nos discos e nos ligamentos da espinha dorsal, bem como nos músculos da parte inferior das costas e das coxas.


    2) Abdominais completos

    Um abdominal completo coloca muita pressão nos discos da espinha. Deves optar antes por abdominais parciais (ver acima).


    3) Elevação das pernas em posição deitada

    Este é um excelente exercício para fortalecer o núcleo das costas e os abdominais, sem dúvida. Mas apenas deve ser feito quando não se tem nenhuma lesão nem dor. Em vez de executares o exercício tal como vês na imagem, coloca-te de costas com uma perna esticada e a outra dobrada, elevando a perna esticada em cerca de 15 cm.

    ________________________________________________________________________
    Fonte: Prozis
    REFERÊNCIAS OU NOTAS:
    - Hayden, J & van Tulder, M & Tomlinson, G., Systematic Review: Strategies for Using Exercise Therapy To Improve Outcomes in Chronic Low Back Pain, Annals of Internal Medicine Vol. 142, Nº 9, págs. 776-785, Maio 2005 (LINK)

    Acha que conseguiria correr tão rápido como quando tinha 20 anos? Lançar uma bola de basebol tão longe como conseguia, na altura? Bater numa bola de tênis com a mesma velocidade e o mesmo efeito?

    Provavelmente, não.

    Enquanto envelhecemos, existem muitas maneiras de continuar no jogo e aproveitar. E isso, tanto se aplica ao sexo como ao desporto.


    A disfunção erétil (DE) pode surgir por diversos motivos. A causa, por vezes, é tão simples quanto o efeito secundário de um determinado medicamento. Mas no caso de cerca de 75% dos homens, é bem mais complexa. A DE pode surgir depois de uma doença vascular ou neurológica, diabetes, de uma operação ou tratamentos ligados à próstata.

    Quer sofra de DE ou deseje evitar esse problema, aconselhamos que ponha em prática essas dicas para uma saúde melhor e, da mesma maneira, uma vida sexual melhor também.

    1. Comece por caminhar. Segundo um estudo da Universidade de Harvard, 30 minutos de caminhada por dia diminui em 41% o risco de disfunção eréctil. Outros estudos indicam que exercícios moderados podem restabelecer a performance sexual em homens obesos, idosos ou de idade média com DE.

    2. Alimente-se corretamente. Num estudo sobre o envelhecimento dos homens no Massachusetts, o facto de seguirem uma alimentação rica em fruta, legumes, grãos inteiros e peixe – com menos carnes vermelhas e processadas assim como menos grãos refinados – reduziu o risco de sofrer de DE.

    Outro conselho: uma carência crônica em vitamina B12 pode contribuir para a disfunção eréctil. Um multivitamínico, assim como consumir diariamente alimentos fortificados, é das melhores soluções para quem não assimila tão bem a vitamina B12, inclusive para um grande número de pessoas idosas.


    3. Tenha especial cuidado com a sua saúde vascular. Hipertensão, hiperglicemia, níveis de colesterol elevados ou triglicéridos podem danificar as artérias no interior do coração (provocando um enfarte), no interior do cérebro (provocando um AVC) e as que conduzem ao pénis (provocando DE). Níveis baixos de bom colesterol (LHD) e um alargamento da cintura podem contribuir de maneira importante para tal. Peça ao seu médico para verificar qual o estado do seu sistema vascular – e, consequentemente, o seu coração, cérebro e pénis – e se é necessário proceder a certos ajustes na sua higiene de vida ou, em casos mais avançados, se precisa de medicação.

    4. Apesar do que dizem, o tamanho importa, por isso perca peso e tente manter a linha. Uma cintura fina é uma boa defesa – um homem com uma cintura de 110cm tem 50% de risco suplementar de sofrer de DE do que um homem com uma cintura de 80cm. Chegar a um peso são e manter-se assim é uma excelente estratégia para evitar ou combater a DE. A obesidade aumenta os riscos de doenças vasculares e de diabetes, duas grandes causas de DE. Da mesma maneira, o excesso de gordura interfere com muitas hormonas que também podem fazer parte do problema.

    5. Mexa um músculo, e não estamos a falar do bíceps. Um soalho pélvico forte aumenta a rigidez da ereção e permite conservar o sangue no pênis ao carregar numa veia-chave. Num ensaio inglês, três meses de séries de exercícios Kegel, duas vezes por dia, combinado com biofeedback e com conselhos sobre possíveis mudanças de modo de vida – deixar de fumar, limitar o consumo de álcool – trouxe melhores resultados do que a simples comunicação de conselhos sobre possíveis mudanças no estilo de vida.

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    Fonte: Prozis


    Não vai há muito tempo, a insulina só era discutida ao abordar a temática dos diabetes. Isto acontece porque a insulina é a hormona que transporta a glicose da corrente sanguínea para as células e a diabetes corresponde à perda da capacidade em controlar os níveis de glicose no sangue. No entanto, a insulina é muito mais do que uma simples hormona que controla a glicose. Antes de mais, é altamente anabolizante, o que significa que é essencial para a construção muscular.

    A insulina também tem um lado negro, na medida em que pode aumentar o armazenamento de gordura. O desafio será, portanto, aprender a estimular a libertação de insulina no sentido de optimizar a recuperação dos treinos e o crescimento muscular, e ao mesmo tempo conseguir atenuar a sua ação para não engordar.

    O que é a insulina?

    A insulina é, na verdade, uma proteína que é produzida e libertada pelo pâncreas sempre que ingerimos hidratos de carbono, proteína, ou ambos (isto é, se o pâncreas funcionar corretamente . No entanto, ao contrário das proteínas que acuam como blocos de construção do músculo, a insulina é uma proteína funcional, parecida com a hormona do crescimento.

    Como todas as outras proteínas, a insulina é uma série de aminoácidos encadeados, mas a forma como esta cadeia é constituída fá-la agir mais como um mecanismo de sinalização do que como um bloco de construção.

    Como funciona a insulina?

    A partir do pâncreas, a insulina entra na corrente sanguínea e é transportada para vários tecidos, incluindo o tecido muscular. As fibras musculares (ou células) são revestidas com receptores de insulina, um pouco como uma estação de ancoragem.

    Quando as moléculas de insulina contactam com o receptor, este dá sinal às células musculares para abrirem as suas ‘portas’, permitindo à glicose, aos aminoácidos e à creatina penetrar os músculos. Este processo é uma das principais razões pela qual a insulina é tão importante para a construção muscular.

    Além disso, quando a insulina se liga às células musculares, dá-se início a todo um conjunto de reações bioquímicas no músculo que aumentam a síntese de proteína, processo de reparação das fibras musculares a partir dos aminoácidos que entram nas células musculares. A insulina também reduz a decomposição muscular, o que aumenta ainda mais o crescimento muscular
    .
    Indiretamente, a insulina também auxilia no desenvolvimento muscular, ao fazer com que os vasos sanguíneos relaxem e se dilatem, permitindo um maior fluxo sanguíneo para os músculos. Ao aumentar o fluxo de sangue, a insulina pode ajudar a que os músculos obtenham mais nutrientes como glicose ou aminoácidos. É por isso que, em dias de competição, os culturistas costumam consumir hidratos de carbono simples. Esse pico de insulina não só leva esses hidratos diretamente para os músculos (para mantê-los cheios), como também estimula a vascularização.

    O papel da insulina na acumulação de gordura

    A libertação de insulina a partir do pâncreas indica ao corpo que acabou de ser alimentado. Uma vez que o nosso corpo está sempre a tentar poupar energia, ele pára de queimar a gordura corporal e, em vez disso, vira-se para os nutrientes que acabam de ser ingeridos. Simultaneamente, a insulina trabalha nas células gordas da mesma forma que trabalha nas células musculares, isto é, ela dá sinal para abrir as portas e começar a armazenar os nutrientes.

    Uma maior absorção de glicose e gordura leva o nosso corpo a armazenar mais gordura corporal. Armazena mais, queima menos. Facilmente se pode imaginar como os picos de insulina ao longo do dia podem promover a acumulação de massa gorda. Daí a recomendação de dar preferência aos hidratos de carbono complexos, que não estimulam tanto a libertação de insulina.

    Se os receptores de insulina funcionarem corretamente, um aumento dos níveis de insulina irá limpar a maior parte da glicose no sangue, empurrando-a para o músculo e para as células gordas.

    Se o metabolismo da glicose for saudável, isso vai reduzir os níveis de glicose no sangue de forma controlada, mas também pode levar a uma quebra, seja porque a tolerância à glicose da pessoa está enfraquecida, seja porque demasiados hidratos de carbono simples foram consumidos de uma vez só.

    Um nível de açúcar no sangue mais baixo, resultante de uma quebra, é conhecido por hipoglicemia. Uma quebra vai fazê-lo sentir sem energia. Isso não só é mau para o seu bem-estar geral como também para o seu físico. Além disso, quando os seus níveis de energia sofrem uma quebra, a sua fome aumenta. Isso leva frequentemente a que as pessoas comam demasiado e mal. Para a maioria de nós, isso traduz-se em recorrer a hidratos de carbono simples, o que pode levar a outro choque.

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    Fonte: Proziz




    Os rins filtram o sangue para retirar para remover o sal e outras substâncias intoxicantes que entram no organismo. Com o tempo o sal se acumula e é necessário fazer uma limpeza dos rins.
    Temos uma dica para você realizar essa limpeza por menos de R$1,00 e é bem simples. O que acha?

    Pegue um maço de salsa e lave bem. Corte bem picadinho e ponha em uma vasilha com água limpa. Ferva por 10 minutos e deixe esfriar. Coe, ponha em uma jarra com tampa e guarde na geladeira.




    Beba um copo todos os dias, e você vai notar que o sal e outros resíduos acumulados nos rins saem na urina.


    O suco de salsa é uma bebida natural, pode ser tomado com outros sucos, 3 vezes ao dia.

    As folhas podem ser mantidas no congelador, e seu uso é recomendado na culinária diária, pois além de saudáveis, dão ótimo sabor a qualquer receita.
    Benefícios da Salsa:
    Há muitos anos a salsa é reconhecida como o melhor tratamento de limpeza dos rins e é um remédio natural. Possui propriedades terapêuticas pouco reconhecidas. Ela contém mais vitamina C do que qualquer outro vegetal da nossa culinária (166mg por 100g – 3 vezes mais que a laranja). Ela também contém ferro (5.5mg /100g), magnésio (2.7mg / 100g), cálcio (245mg / 100g) e potássio (1mg / 100g) .

    É recomendada para pedra nos rins, reumatismo e cólica menstrual.

    Fonte: Pesquisa feita pelo Fundão: http://www.bioqmed.ufrj.br/


    O que é infecção urinária? 
    Ela é caracterizada pela a presença de micro-organismos na urina. O líquido que enche a bexiga é estéril - ou seja, livre de bactérias. Mas, quando esses bichinhos se multiplicam ao redor da uretra e conseguem se infiltrar no canal da urina até chegar à bexiga, desencadeiam uma infecção. "Em 85 % dos casos, o problema é provocado pela bactéria Escherichia coli, que integra a flora intestinal", ressalta Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo. 

    Existem tipos diferentes? 
    Sim. O mais comum é a infecção na bexiga, a famosa cistite. Mas os micro-organismos também podem atacar os rins, o que é chamado de pielonefrite. 

    Quais são os sintomas? 
    "Os clássicos são dor e ardor na hora de urinar", afirma Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Pode haver também um aumento da frequência de idas ao banheiro, sensação de bexiga cheia, sangramento ou um simples mal-estar acompanhado de febre. 

    A doença é transmissível? 
    "Definitivamente, não", assegura Fernando Almeida. Mas é mais comum que ela dê as caras depois de relações sexuais, porque o pH da região fica alterado. Entre mulheres que variam muito de parceiro, a incidência é comprovadamente maior. 

    Por que esse tipo de infecção é mais frequente em mulheres? 
    Elas têm o canal da uretra mais curto e, por isso, é mais fácil as bactérias chegarem aonde não devem. Além disso, elas costumam ter o péssimo hábito de segurar a urina por mais tempo que os homens - um prato cheio para as bactérias se proliferarem. 

    Por que algumas pessoas têm o problema com mais frequência? 
    Isso envolve fatores hereditários e imunológicos. A atenção com a higiene é essencial, mas a infecção pode aparecer mesmo em quem toma todo o cuidado do mundo. 

    Por que as grávidas ficam mais sujeitas a esse tipo de infecção? 
    Estima-se que de 15% a 20% das gestantes terão ao menos uma vez esse tipo de infecção. Isso acontece porque, durante esse período, o aumento da circulação sanguínea na região pélvica faz a umidade vaginal aumentar, facilitando a passagem das bactérias do ânus para a uretra. 

    Os homens estão livres da doença? 
    Não é bem assim. É verdade que esse é um problema tipicamente feminino, mas a infecção também acomete a ala masculina. 

    Ela é mais frequente em pessoas idosas? 
    Sim. "A resistência diminui com a idade e, no caso das mulheres, há uma queda de hormônios que deixam a região pélvica mais sensível", diz Eduardo Zlotnik. 

    Existe alguma forma de prevenir? 
    Segundo Zlotnik, a recomendação é beber muita água para que as idas ao banheiro não fiquem muito espaçadas. "Assim você vai limpando o trato urinário", explica. Urinar depois das relações sexuais e evitar banhos de imersão também ajudam.



    O site da revista VEJA entrevistou o urologista Luciano Nesralah, coordenador médico do Instituto da Próstata do Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Confira!

    Por Paula Desgualdo | Foto Omar Paixão

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