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    Se você é daqueles que pensa que pular o café da manhã é uma boa estratégia para economizar calorias está enganado… Porém, pode nem pensar assim, pode simplesmente pular o café da manhã por falta de tempo ou falta de apetite… Independente do motivo alegado saiba que está cometendo um erro muito grande de acordar e não se alimentar em no máximo 30 minutos…
    Rejeitar o café da manhã é um grande erro que nem todos se dão conta. Acontece o seguinte: quando estamos dormindo, o corpo entra em estado de relaxamento total, então tudo funciona mais devagar e o metabolismo cai também. Se o indivíduo acorda e continua sem comer, o metabolismo não terá recebido nenhum estímulo para começar a funcionar normalmente, então, quanto mais tempo a pessoa demorar para fazer a 1ª refeição do dia, mais tempo o metabolismo irá demorar para “entrar nos eixos”. Cada vez que nos alimentamos, a temperatura do corpo sobe e o gasto calórico aumenta, afinal, precisamos de energia para digerir e metabolizar os nutrientes, então, se logo que acordarmos oferecermos uma refeição saudável, o metabolismo começa a funcionar cedo à todo o vapor.
    Além de ajudar na queima de gordura e redução de apetite ao longo do dia (principalmente apetite por guloseimas e carboidratos refinados), tomar café da manhã todos os dias, melhora o funcionamento cerebral, ou seja, você se mantém mais concentrado e focado no trabalho, nos estudos, treinos, etc.
    Mas qual a composição ideal de um bom café da manhã? O que comer e o que evitar? E se o indivíduo não sente a menor fome? Observe algumas dicas:
    1-       SEM FOME: Se você é daqueles que acorda totalmente sem fome, faça um esforço de pelo menos beber algo: pode ser um iogurte light, um suco de frutas com linhaça ou um shake de whey protein/hipercalórico por exemplo. Pessoas que não sentem muito apetite aceitam melhor as bebidas. Outra dica: diminua a refeição antes de dormir, talvez você esteja comendo coisas muito pesadas que estão te fazendo acordar sem fome;
    2-       MUITA FOME: Se você é ao contrário, acorda com muita fome, mas tem medo de comer por engordar… Daí sim precisa fazer uma refeição bem equilibrada, só evitar açúcares e gorduras do tipo: bolo, pães recheados, bolachas, doces, leite integral, cereais com açúcar, salgados, etc. Equilibre suas refeições com fontes de carboidratos saudáveis (nesse momento você pode misturar baixo com alto índice glicêmico), proteínas magras, gorduras boas, vitaminas e minerais.
    3-      PRÉ-TREINO: Se o seu café da manhã é a refeição pré-treino, aí entra muito o individual: sua digestão é mais lenta ou mais rápida? Quanto tempo antes de treinar você come? Que esporte você pratica? Antes de montar sua refeição analise esses pontos. De qualquer forma, o café da manhã antes do treino deverá ser uma refeição mais leve, rica em carboidratos, moderada em proteínas e pobre em gorduras. Após o treino, daí você poderá fazer um café da manhã completo.
    Boa sorte!
    Por: Giovana Guido
    REFERÊNCIAS:
    KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
    BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.
    MAUGHAN, Ronald J.; BURKE, Louise M. Nutrição esportiva. Editora Artmed, 2004.

    Que a escolha pelo integral é mais saudável todos já sabemos, acho que isso não é mais um argumento convincente, já que algumas pessoas ainda tem resistência em comer o integral, ou porque nunca experimentaram ou porque experimentaram uma versão não tão palatável ou mesmo o paladar da pessoa não estava acostumado as delicias da vida, alias acho que nem é questão de só o paladar, quando você esta acostumado a ingerir alimentos integrais, o corpo pede eles, a mente inconscientemente pede por eles, já que assim conseguiremos manter a qualidade de vida e o bem estar estabelecido. É simples faça o teste: tenha uma rotina alimentar saudável, mantenha ela por uma semana, em um dia saia da sua rotina ingerindo só alimentos ricos em gorduras, açucares, tipo fast food, salgadinhos, refrigerantes, doces, ai sim, sinta sua qualidade de vida desmoronar, sua barriga inchar, a sensação de cansaço, desanimo, preguiça, aparecerem e claro dali duas horas a compulsão lhe perturbar e você ficar louco para repetir o atentado a sua saúde, virando um ciclo vicioso de desanimo, frustação, prazer e compulsão.
     
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    Mas como fazer a melhor escolha e já respondendo a questão do título desse post.

    Primeiro, sabemos que os alimentos integrais contem mais vitaminas e minerais, já que passam por menos processos de refinamento, logo deveriam ser mais baratos.

    Segundo, existe uma coisa chamada Índice glicêmico (que é a capacidade do alimento em elevar a taxa de açúcar no sangue), blz, ótimo, e?  E então quando ingerimos um alimento de alto indice glicemico, ou seja, que terá a capacidade de elevar rapidamente o açúcar em seu sangue, a famosa hiperglicemia, tambem estaremos, ainda bem, elevando muito a taxa de insulina, hormonio que ira rebater essa elevação, retirar esse açúcar e colaca-lo para dentro das células. Porem é justamente esses dois aumentos(hiperinsulinemia e hiperglicemia) que causam aquele desanimo, aquela sensação de cansaço que te leva ao sofá ou ao sono incontrolavel após uma grande refeição. E dependendo do horario no qual foi ingerido esse alimento de alto indice glicemico, proporcionando o pico de açúcar no sangue, você ainda terá um presente, fabricará grande quantidade de gordura e ainda acumulará principalmente na barriga. Legal né?
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    Por isso então da escolha do carboidrato integral, de baixo indice glicemico, de lenta absorção, que fará com que o açúcar seja liberado em sua corrente sanguínea mais lentamente, não estimulando tanto a insulina e proporcionando ou mantendo a sensação de leveza, bem estar. Além disso, estimulando a maior queima de gordura, um bom controle da sua taxa de açucar no sangue(glicemia), que também controlará hormônios de fome e saciedade, controlando ansiedade, vontade e compulsões.
    Simples não?  Agora para complicar mais um pouquinho, será que todos alimentos que estão a venda e tem no rotulo o escrito INTEGRAL, seria bom ao consumo? Melhor que a versão normal seria sim, mas, sempre é necessário saber ler rótulos para fazer a melhor escolha. Questione seu nutricionista!
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    Procure um nutricionista que lhe ofereça esse conhecimento, esses argumentos, para que assim seguir a dieta e mudar hábitos alimentares sejam feitos de uma forma na qual voce coloca os conhecimentos, a teoria na pratica, acho que assim é muito mais fácil e prazeroso, muito diferente do “pode, não pode”, de restrições ridículas e sem fundamentos ou escravidão/dependência de uma pessoa que fica atras de uma mesinha, julgando o que você come e lhe aprisionando a cardápios semanais.

    Ter uma rotina alimentar e praticar exercício físico é a única saída para ter saúde e qualidade de vida. Por que vocês acham que há tantos grupos de corridas, grupos de bicicletas, academias? As pessoas estão conseguindo relacionar e encontrar o prazer prolongado na atividade física e na qualidade alimentar e não o prazer momentâneo, que é simplesmente o ato de comer em algo gorduroso ou açucarado ou ingerir álcool ou deixar o ócio e o sedentarismo tomar conta do corpo, tudo isso em excesso, parte do ciclo vicioso, de quanto menos eu faço menos quero fazer, quanto mais eu como, mais eu quero comer.

    É possível mudar.

    Por: Hugo Comparotto
    Fonte: Club do Fitness

    1) Engordar à mesa 

    Na hora de escolher os alimentos que representam cada um dos grupos de nutrientes acima, siga as orientações para as diferentes refeições…


    2) Café da manhã

    As fontes de carboidrato podem ser pães integrais com queijos magros ou processados. “Dá para fazer trocas. O queijo, por exemplo, pode ser substituído pelo iogurte. E o pão, por cereais como a aveia”, ensina Vivian. O clássico café com leite resolve outra necessidade da primeira refeição do dia: completa o aporte de cálcio. Saiba: em geral, os laticínios ajudam o magro a tomar corpo, mas cuidado com as gorduras saturadas. Já a margarina é um lipídio que pode besuntar ligeiramente o desjejum. Uma unidade de fruta finaliza o menu.

    3) Almoço

    Aqui, vale aumentar um pouco a quantidade de arroz e carne no prato. Mas não é só isso. “Se não consumirmos os vegetais com seus nutrientes, as calorias podem não ser aproveitadas corretamente”, ensina Vivian. Portanto, além de comer de 250 a 350 gramas de bife, frango ou peixe, deve-se manter a salada e os legumes cozidos na dieta. Outro ponto é a proteína vegetal: presente em grãos como feijão e lentilha, ela também é importante para o corpo e não contém tanta gordura feito sua prima de origem animal.

    4) Jantar

    O cardápio que encerra o dia deve ser semelhante ao do almoço. No prato, siga a fórmula: uma fonte de proteína animal, outra de carboidrato, dois tipos de verdura e dois de legume. A exemplo do que acontece nas outras refeições, os lipídios são importantes, mas priorize as chamadas gorduras do bem, ou seja, as poli e monoinsaturadas. Elas podem ser encontradas no azeite de oliva, nos peixes e óleos vegetais. Apesar de benéficas, sua ingestão não deve extrapolar a porcentagem indicada no gráfico do primeiro slide.
    Fonte: Saúde Abril


















    O papel das vitaminas no organismo é extremamente importante, pois são elementos nutritivos essenciais para a vida e que possuem na sua estrutura compostos nitrogenados (AMINAS), os quais o organismo não é capaz de sintetizar e que, se faltarem na nutrição, provocarão manifestações de carência ao organismo.
    A carência de vitaminas na dieta pode causar doenças graves como o raquitismo, cegueira noturna, diversas alterações no processo de coagulação do sangue e a esterilidade. Porém sua ingestão em excesso pode causar perturbações orgânicas, as hipervitaminoses.
    As vitaminas são classificadas em dois grupos: as lipossolúveis e hidrossolúveis, conforme as substâncias que as dissolvem.
    São lipossolúveis, solúveis em gorduras, as vitaminas A, D, K, armazenadas no fígado, e a vitamina E, que é distribuída para todos os tecidos de gordura no corpo. As substâncias lipossolúveis não são facilmente excretadas pelo organismo e tendem a se acumular provocando intoxicação se ingeridas em excesso.
    As hidrossolúveis, ou solúveis em água, como as vitaminas C e as do complexo B (1, 2, 3, 5, 6, 8 e 9), permanecem no corpo por um pequeno período de tempo antes de serem excretadas pelos rins e, por essa razão, devem ser ingeridas diariamente. A B12 também é hidrossolúvel, mas permanece armazenada no fígado.
    LIPOSSOLÚVEIS:
    Vitamina A (retinol)
    Fonte: acerola, vegetais verdes e amarelos (alface, couve, espinafre, salsa, batata-doce, cenoura), gordura, leite, manteiga, queijo, ovo, fígado e outras vísceras, sardinha.Função: Essencial para o crescimento, indispensável para a qualidade da visão, da pele e do cabelo. Funciona como antioxidante.
    Avitaminose: xeroftalmia (secura dos olhos).
    Sinais e Sintomas: cegueira noturna, fotofobia (hipersensibilidade à luz), hemorragia ocular, cegueira (casos mais graves), parosmia, alteração do paladar, desidratação da pele (com hiperqueratose e atrofia das glândulas sebáceas), desidratação das mucosas (com infecções frequentes).

    Vitamina D (Calciferol)
    Fonte: fígado, ovo, peixes de água salgada, leite, sol (favorece a produção de calciferol pelo organismo).
    Função: importante para a formação e manutenção de ossos e dentes, e influencia a absorção e metabolismo de fósforo e cálcio.
    Avitaminose: raquitismo.
    Sinais e Sintomas: atraso no crescimento, amolecimento do crânio, deformações ósseas, protrusão esternal, curvatura acentuada dos membros inferiores, malformação e envelhecimento precoce dos dentes, osteomalácia, raquitismo.

    Vitamina E (Tocoferol)
    Fonte: abacate, avelã, aveia, batata doce, brócolos, cereais integrais, noz, trigo.
    Função: importante para a atividade muscular, formação de células sexuais e sanguíneas, ação antioxidante (estabilizadora das estruturas celulares).
    Avitaminose: esterilidade.
    Sinais e Sintomas: distrofia muscular e fraqueza, eritema papular, descamação cutânea, anemia, catarata, derrames, disfunção neurológica (sistema nervoso, olhos e músculos);  os sinais e sintomas são inespecíficos. Pensa-se que esta avitaminose favorece o aparecimento de certo tipo de neoplasias malignas (cancros).

    Vitamina K (Filoquinona – Naftoquinona)
    Fonte: arroz integral, ervilha, tomate, vegetais de folhas verdes (couve-flor, espinafre, repolho), óleos vegetais, carne, fígado, leite, microflora intestinal (fornece cerca de 50% das necessidades diárias).
    Função: importante na coagulação do sangue.
    Avitaminose: hemorragias.
    Sinais e Sintomas: aparecimento fácil de hematomas, epistaxis (perda de sangue pelo nariz), hemoptises (expectoração de sangue originário do trato respiratório), hematúria e outros problemas hemorrágicos (sem causa aparente).

    HIDROSOLÚVEIS:
    Vitamina C (Ácido ascórbico)
    Função: importante para várias reacções bioquímicas celulares. A principal função é a hidroxilação do colagéno, uma proteína que aumenta a resistência de ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos. Tem efeito antioxidante, contribui para o fortalecimento das defesas imunológicas do organismo e e aumenta a absorção do ferro no organismo.
    Fontes: acerola, laranja, limão, mamão, manga, melão, morango, goiaba, batata, vegetais de folhas verdes (couve-flor, couve galega, espinafre, repolho), pimentão.
    A acerola é o fruto mais rico em vitaminas A e C (a quantidade de vitamina C é cerca de trinta vezes superior à da laranja).
    Avitaminose: escorbuto.
    Sinais e Sintomas: cicatrização difícil de ferimentos, secura da boca e dos olhos, dentes fracos, dores articulares, gengivite, hemorragias, perda de peso, fraqueza geral, letargia, lesões escorbúticas (folículos hiperqueratósicos).

    B1 (Tiamina)
    Função: respiração tecidual, metabolismo de corboidratos, equilibra o sistema nervoso e assegura o crescimento, apetite normal.
    Fontes: Fígado, coração miúdos, carne de porco, gema de ovo, presunto, nozes, levedo de cerveja e germe de trigo.
    Deficiência: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia, beri-beri (insuficiência cardíaca e manifestações nervosas).
    Excesso: Não conhecido.

    B2 (Riboflavina)
    Função: conserva os tecidos, principalmente os do globo ocular. É ativamente absorvida no intestino, especialmente na presença de alimento no trato gastrointestinal.
    Fontes: fígado, rim, lêvedo de cerveja, espinafre, berijela.
    Carência: dermatite seborréica; lesões nas mucosas, principalmente nos lábios e narinas;fotofobia.

    B3 (Niacina, vit. PP)
    Função: A vitamina B3 é necessária para a circulação adequada e pele saudável, ajuda no funcionamento do sistema nervoso, no metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas e na produção de ácido clorídrico para o sistema digestivo. A niacina reduz o colesterol e melhora a circulação.
    Fontes: Peixe, fígado, ovos, amendoim, leite, cereais integrais, tomate.
    Deficiência: Sua deficiência no organismo provoca uma doença conhecida como pelagra, fadiga, irritabilidade, insônia, depressão nervosa, diarréia, dermatite, etc.

    B5 (Ácido pantotênico)
    Função: Tem um papel chave no metabolismo dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras e é por isso importante na manutenção e reparação de todas as células e tecidos.
    Fontes: Ovos, rins, fígado, salmão e levedura.
    Deficiência: Doenças neurológicas, lassidão, cefaléia, sonolência, náuseas, cãibras na região abdominal.

    B6 (Piridoxina)
    Função: Ela está envolvida no metabolismo dos aminoácidos, no funcionamento do sistema nervoso e também na saúde da pele, e essenciais no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipidios.
    Fontes: Lêvedo de cerveja, farelo de trigo, germe de trigo, fígado, rim, coração, melão, repolho, melado, leite, ovo, carne.
    Deficiência: Anomalias no sistema nervoso central, desordens da pele, irritabilidade, convulsões, anemia.
    Esta vitamina é mais eficiente quando tomada com as vitaminas B1, B2, o ácido pantotênico, a vitamina C e magnésio.

    Vitamina B8 (Biotina, vit H)
    Função: Intervém  na  formação  da  glucose  a  partir  dos carboidratos e das gorduras, componente essencial de enzimas, participa de metabolismos vitais.
    Fontes:  frutas, frutos secos, gema de ovo, amendoim, fígado.
    Deficiência: A carência  de  biotina  provoca  alterações  na  pele  e  língua,  inapetência, insônia, náuseas, anemia, depressão, dermatite seca, palidez.

    Vitamina B9 (Folato, Ácido Fólico, vit. M)
    Função: Necessário para a síntese de DNA e RNA, trabalha com a Vitamina B12 na formação das células vermelhas do sangue, de grande importância para mulheres grávidas.
    Fontes: Feijões variados e ervilhas, folhas verde escuro de vegetais como nabo verde, espinafre, alface,carne,tomate,cenoura,trigo,levedura.
    Deficiência: Problemas Intestinais, pode mascarar sintomas de deficiência de Vitamina B12.

    B12 (Cianocobalamina)
    Função: Necessária para o metabolismo de carboidratos, gordura e proteínas, atua no metabolismo do sistema nervoso, promoção do crescimento, promoção da formação e maturação das células vermelhas sanguíneas, aumenta a energia.
    Fontes:  Fígado, rins, leite, queijos processados, ovos e carnes.
    Deficiência: Anemia perniciosa, fraqueza e fadiga, degeneração da medula espinhal; neuropatia periférica.

    Atenção: Nenhum alimento contém sozinho a quantidade e variedade de vitaminas e minerais que precisamos. Portanto, é recomendável que se mantenha sempre o equilíbrio através de uma alimentação saudável e variada, que além de fornecer os nutrientes necessários, mantém o corpo todo em perfeito funcionamento.
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    Fonte: Perfect Body


    O açaí é o fruto do momento, agora não só na região norte e nordeste, mas em todo o Brasil. 


    O açaí tem diversas formas de ser consumido, como: Suco, batido com frutas, na tigela (com leite em pó, frutas, guaraná, mel e outras) a nova sensação do verão é o açaí batido com iogurte natural e fruta, além do Milk Shake de açaí light, que também faz muito sucesso.



    Esse fruto é considerado o “Ouro negro” da Amazônia. 

    É uma espécie nativa da Várzea da região Amazônica, de alguns estados como: Pará, Maranhão, Amazonas, Amapá, Rondônia e Acre.

    Para ser consumido, o açaí deve ser despolpado em uma máquina própria ou amassado manualmente, após ter ficado de molho na água para que a polpa se solte. Após isto, mistura-se com água para ser transformado em um suco grosso.



    O pigmento roxo do açaí é a antocianina, que o torna com uma capacidade antioxidante muito elevada, combatendo os radicais livres, moléculas que arrasam as células do nosso corpo. 

    Sua função antioxidante assegura melhor a circulação sanguínea e protege o organismo contra o acúmulo de placas de depósitos de lipídeos (gordura), causadores da arteriosclerose.



    O suco do açaí também ajuda a reduzir consideravelmente substâncias inflamatórias ligadas a doenças do coração e artrite.



    Metade da composição de sua polpa são gorduras, por isso, consuma com moderação mesmo que seja boa fonte de lipídeos. 



    Em 100 gramas de açaí, podemos ingerir 25% de proteínas, ele também é rico em fibras, tendo 90% da recomendação diária e um aporte riquíssimo em calorias. 

    Sendo um ingrediente importante para atletas. 



    É rico em minerais, principalmente cálcio e potássio, dentre as vitaminas, destaca-se a vitamina E.




    INFORMAÇÃO NUTRICIONAL POR 100g :



    * Calorias: 247kcal
    * Carboidratos: 36,6g
    * Proteínas: 3,8g
    * Lipídios: 12,2g

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    Fonte: Alimentação Fitness


    Todo mundo que está acostumado a fazer dietas ou exercícios físicos com certeza já ouviram falar do “ Índice Glicêmico”, mas o que ele representa? Como ele pode nos ajudar a ter resultados na dieta?

    O índice glicêmico (IG) é o potencial que um determinado alimento tem de aumentar a carga de glicose no sangue, ou seja, a velocidade que o consumo de algum alimento irá aumentar sua glicemia (ou “açúcar no sangue”).

    Você pode consumir um alimento rico em carboidratos e ele aumentar sua glicemia rapidamente, e outro com a mesma quantidade de carboidratos que aumenta a glicemia gradativamente, isso se deve principalmente na quantidade de fibras presente nesse alimento e também na dificuldade do organismo de digerir e absorver esse carboidrato pela sua complexidade ou simplicidade em moléculas de glicose unidas, e quanto mais fibras, menos o índice glicêmico!

    Normalmente alimentos de alto índice glicêmico tem sabor doce, como o próprio açúcar, o mel, carboidratos refinados, pois são o carboidrato na sua forma mais simples, precisam de quase nenhum trabalho do organismo para serem digeridos e absorvidos, por isso aumentam a glicemia rapidamente !

    • Como que entender isso, vai ajudar na minha dieta? 

    Quando um alimento que você consome faz sua glicemia aumentar muito rapidamente, essa glicemia estimula a liberação de insulina da mesma maneira, rapidamente! É ela que coloca a glicose para dentro da célula para ser gasta como forma de energia, se essa energia não for gasta para alguma coisa, na mesma velocidade que você está colocando ela pra dentro da célula, essa energia acaba acumulando! Quando essa energia entra gradualmente na sua célula, você vai gastando ela naturalmente, sem dar espaço para que ela se acumule! Portanto para ao longo do dia o ideal é procurar alimentos com índice glicêmico mais baixo como arroz integral, pão integral, etc.

    • Para quem faz atividade física, qual a vantagem?

    Entendendo a absorção dos carboidratos, você consegue distribuí-los de forma ideal ao longo do dia, de forma a poupar a tão almejada massa magra, e ceder energia para conseguir ter um treino ideal.

    Para serem consumidos ao longo do dia o ideal são carboidratos de baixo índice glicêmico, no seu pré-treino o ideal é consumir um carboidrato de baixo índice glicêmico junto com uma fonte de proteína.

    Algumas atividades intensas pedem uma alimentação durante o treino, nesse caso devem ser carboidratos de alto índice glicêmico, como em algumas corridas acima de 10km, nesse caso podem ser barras de frutas ou suplementos como dextrose ou géis de carboidrato.

    No pós-treino a indicação é de um carboidrato de alto índice glicêmico, para repor o glicogênio muscular (energia de reserva do músculo), para que não haja perda de massa magra, e para quem deseja anabolismo muscular esse também é o momento do consumo de alguma proteína para repor as perdas durante os exercícios!

    >>> Portanto tanto pra quem quer emagrecer, quanto para quem quer ganhar massa, entender o índice glicêmico é essencial, pois controlar carboidratos ajuda também na sua saúde !!!

    *Alimentos de Alto índice Glicêmico: 
    Mel – pão francês – bolos – corn flakes – milho – glicose – sacarose – maltose – achocolatados – doces em geral – sucos de frutas

    *Alimentos de médio índice glicêmico: 
    All Bran – Müsli de cereais – laranja – feijão – batata doce 

    *Alimentos de baixo índice glicêmico: 
    pão integral – arroz integral – maçã – pêra – cenoura crua – macarrão integral


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    Fonte: Autora colaboradora Alimentação Fitness
    Nutricionista Nathalia Pinho


    Existem alimentos que não podem faltar na mesa do brasileiro, além de fazer parte de pratos tradicionais, o arroz é considerado um alimento rico na nutrição. Mas você sabia que existe a opção de arroz preto? Além de ser nutritiva, é menos calórica comparada com o arroz integral e traz benefícios para o organismo.

    Com 20% mais proteína e 30% mais fibras, ele ajuda no bom funcionamento do intestino, reduz o colesterol do sangue, controla a glicemia e ainda aumenta a saciedade, retardando a sensação de fome. Além de ser rico em vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo do nosso corpo.

    Segundo a nutricionista da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, Paula Castilho, comparado com o arroz integral, as calorias não mudam muito, para 100g a diferença é de 359 calorias para o arroz preto contra 362 calorias para o arroz integral. A diferença está nas fibras, no arroz preto é encontrado em maior quantidade, além de ter poder antioxidante bem maior que o integral, retardando o envelhecimento e o surgimento de doenças.

    Se você gostou da ideia de incluir o arroz preto na sua dieta, a especialista dá dicas de receitas para deixá-lo ainda mais saboroso.  “A grande diferença entre esse arroz e os outros é a presença elevada de compostos fenólicos, flavonóides e antocianinas - que são antioxidantes e combatem os radicais livres, protegendo as células contra doenças crônicas, mantendo o organismo protegido e em equilíbrio. Por ter maior quantidade de fibras, o arroz preto ajuda no emagrecimento, pois fazem com que o metabolismo acelere no processo de digestão da fibra e perca mais calorias, além de ajudar no funcionamento do intestino, evitando o inchaço abdominal", explica Paula Castilho.

    O arroz preto mantém sua película (geralmente retirada do arroz branco), que são ricas em vitaminas A, B1, B2, B6, B12, niacina, ácido nicotínico, cobalto, cálcio, magnésio, ferro e zinco. Além desses benefícios, sua quantidade maior de proteína também beneficia as pessoas que adotam uma dieta vegetariana, ou aqueles que não comem carnes diariamente.

    Se você ainda não provou esse alimento rico em benefícios, desfrute da receita abaixo:
     
    100g de arroz preto
    300g de Couve-flor
    150 de Tofu
    4 colheres de champignon
    2 colheres de cebola
    1 colher de chá de azeite de oliva
    01 pimentão verde cru pequeno
    01 pimentão vermelho cru pequeno
     
    MODO DE PREPARO:

    Refogue 2 colheres (sopa) de cebola e 1 colher (chá) de alho, acrescente o arroz e deixe cozinhar até ficar aldente, usar sal a gosto. Separadamente, com 1 colher (chá) de azeite de oliva, 1 colher (sopa) de molho de soja refogue os legumes, com sal a gosto. Quando estiverem aldentes, misture o cogumelo. Em seguida misture tudo com o arroz e o queijo tofu. Coloque em fôrma transparente e salpique com salsa.

    Rende 5 porções com 140 cal/porção

    Fonte:  http://cristianaarcangeli.com.br



    As pessoas fisicamente ativas têm muitas dúvidas em relação ao consumo de carnes: eliminar do cardápio ou aumentar a quantidade? Uma resposta saudável: nem um, nem outro, ou seja: manter o consumo moderado diariamente.
    Atletas e esportistas estão sendo atraídos por um estilo alimentar diferente. As pessoas estão mais conscientes do malefício que o excesso no consumo de alimentos gordurosos, com muito sal ou açúcar trazem à saúde, por isso mesmo, muitos eliminam as carnes do cardápio devido a essa filosofia. Entretanto, como toda regra tem exceção, as carnes também têm sua importância na dieta e por isso não devem ser totalmente eliminadas. Dúvidas: O que elas podem fazer por você e como escolher as melhores opções?
    1º Proteínas
    É fato que a dieta de pessoas ativas deve conter uma maior quantidade de proteínas, tanto para reparação de lesões das fibras musculares, quanto para pequeno fornecimento de energia durante exercícios prolongados (aminoácidos de cadeia ramificada, por ex.). A proteína contida nas carnes é mais disponível para esses objetivos, afinal, possui todos os aminoácidos necessários ao organismo, e melhor absorção deles.
    2º Vitamina B12
    Essa vitamina do complexo B, importante para a formação do nosso DNA e saúde neurológica, só é encontrada em alimentos de origem animal, como as carnes. Quem elimina alimentos de origem animal do cardápio, deverá fazer uma suplementação da vitamina.
    3º Ferro
    A forma do ferro encontrada nas carnes é mais facilmente absorvida do que a forma encontrada em vegetais. O ferro é importante no transporte de oxigênio e sua diminuição no sangue pode causar apatia, cansaço fácil e anemia.
    4º Zinco
    O zinco é essencial na manutenção do nosso sistema imune, saúde da pele e regulação do sistema hormonal (principalmente testosterona), então, o consumo diário de carne, mantém a concentração de zinco sempre alta no sangue.
    Como escolher?
    Para desfrutar dos benefícios das carnes e não ter prejuízos na saúde, você deverá sempre escolher cortes magros de carnes (tanto brancas quanto vermelhas). A carne branca é naturalmente mais magra e as gorduras do peixe, por ex., são benéficas, então, o consumo delas deverá ser maior, desde que consumidas sem pele, sem ser defumadas ou enlatadas e em preparações sem fritura e queijos amarelos. Caso sua preferência sejam as carnes vermelhas, sem problema algum também, desde que as porções sejam controladas durante o dia (elas possuem naturalmente mais gorduras ruins – as saturadas) e sejam consumidas em preparações magras (assadas, grelhadas, ao molho, cozidas, etc.).
    Carnes de porco e ostras devem ser consumidos em menores quantidades, pois apesar de serem ricas em proteínas e zinco, possuem elevados níveis de gordura. Ao contrário, a carne de peru é excelente na dieta, pois é magra e rica em proteínas, ferro e zinco.
    Se você ainda não concorda com as idéias acima e quer eliminar as carnes do cardápio, faça de uma maneira correta: procure orientação de um nutricionista para que ele possa adequar seus cardápios e evitar deficiências nutricionais, prejudicando sua saúde e seu desempenho no esporte.
    REFERÊNCIAS:
    KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
    KLEINER, SM. O papel da carne na dieta do atleta: seu efeito na inter-relação entre macro e micronutrientes. GSSI, 1998.
    Por: Nutricionista Giovana Guido
    Site: www.giovanaguido.com.br























    O maior desejo de todas as pessoas que praticam exercícios é eliminar gordura e aumentar massa muscular magra, pois só assim para o corpo ficar forte, definido e com músculos aparentes.
    Porém, esse é o objetivo mais difícil de alcançar, afinal, exige muita disciplina, treinos intensos, descanso e alimentação regrada. Todos esses fatores necessitam de uma orientação profissional, afinal, pessoas que tentam fazer treinos e dietas por si só, raramente alcançam bons resultados, entrando em métodos malucos, incorretos ou da moda, porém, desanimam ao perceber que o resultado demora para vir, não vem ou pior: vem ao contrário!
    Então, trago aqui para os leitores as dicas mais eficazes de como ter bons e rápidos resultados na hora de emagrecer, porém não perder a massa muscular conquistada e, até melhor: aumenta-la. Tome nota:
    1- Vá com calma nos aeróbios
    Um dos fatores que pode causar uma perda de massa magra, quando não bem planejado, é o excesso de exercícios aeróbios. Normalmente, quem quer secar, acaba extrapolando os treinos na esteira, bike ou piscina, então, tome cuidado. Você pode manter sua rotina de treino aeróbio de acordo com a prescrição do educador físico, porém, limite-se àquilo, pois gasto calórico excessivo, facilita a perda de músculos;
    2- Capriche nos treinos de musculação (ou com pesos)
    Os treinos de contra-resistência (com cargas) são os mais eficientes para quem deseja aumentar os músculos, então, seja frequente neles. Não tenha preguiça, vá de 3-4x/semana no mínimo e sempre aumente suas cargas. Se você mantém a mesma carga por meses, seus músculos ficarão iguais por meses, então, se quer mais músculos, coloque mais carga (claro, sempre aumentando aos poucos para não ganhar lesões);
    3- Coma logo após os treinos
    O hábito de treinar e não comer nada em até 1 hora é um perigo para quem deseja melhores resultados. Após o treino o organismo está debilitado e necessita de uma reposição rápida de vários nutrientes, então, se você o deixa sem alimentos, ele poderá buscar reservas do corpo (o alvo pode ser a proteína dos seus músculos). Então, logo após treinar, realize uma suplementação adequada ou uma refeição completa;
    4- Aumente o consumo de proteínas magras
    As proteínas são nutrientes essenciais para o ganho e manutenção da massa magra, então, capriche no consumo delas, desde que sejam na versão magra. Exemplos: peito de frango, peito de peru, atum, queijo branco, leite ou iogurte desnatado, whey protein, caseína, peixes, ovos, etc.;
    5- Consuma carboidratos de baixo índice glicêmico
    Por demorarem mais para virar glicose sanguínea, carboidratos de baixo índice glicêmico são excelentes para repor sua energia, glicogênio e não causar picos de insulina no sangue (evitando assim acúmulo de gordura). Então consuma mais cereais integrais e frutas com casca. Após o treino e ao acordar, são os únicos horários que você poderá consumir carboidratos de alto índice glicêmico; nas outras refeições, sempre moderado-baixo;
    6- Não fique muito tempo sem comer
    Passar mais do que 3 ou 4 horas sem comer, pode aumentar o acúmulo de gorduras no corpo e também deixar seu metabolismo mais lento, então, corte esse hábito fazendo de 5-6 refeições ao longo do dia. Nunca saia sem tomar um bom café da manhã e nunca durma sem ter feito uma refeição leve rica em proteínas e gorduras boas.
    7- Utilize suplementos anticatabólicos
    Por último, lance mão de suplementos que ajudam na hora de “segurar” seus músculos. São eles: BCAA, leucina, glutamina, HMB, hipercalóricos e whey protein. Utilize-os somente após orientação de um nutricionista esportivo.
    REFERÊNCIAS:
    KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
    BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.

    Por: Nutricionista Giovana Guido
    Site: www.giovanaguido.com.br

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