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    Na medida em que a insulina tem um lado bom e um lado mau, é essencial saber como usar a insulina para ganhar massa muscular ao mesmo tempo que evita os seus efeitos nos ganhos de gordura. Siga essas cinco regras e não deverá ter problemas.

    Regra n º 1 – Conheça o índice glicêmico (IG)


    Os tipos de hidratos de carbono que você come podem ajudar ou debilitar a sua capacidade em controlar a insulina. Os hidratos podem ser categorizados em duas categorias básicas: 

    1) índice glicêmico alto e 2) hidratos com IG baixo. O índice glicêmico refere-se à velocidade com que os hidratos de carbono se transformam em glicose no sangue.

    Alimentos com IG elevado são aqueles que passam rapidamente para o sistema digestivo (ou seja, de digestão rápida) e para o fluxo sanguíneo. Na medida em que esses tipos de hidratos chegam à corrente sanguínea tão rapidamente, acabam por aumentar os níveis de glicose no sangue. Isto faz com que os níveis de insulina aumentem para o nosso corpo poder utilizar a glicose. Alimentos com um IG baixo são aqueles que passam mais devagar pelo sistema digestivo (absorção lenta) e gradualmente passam para a corrente sanguínea, registando níveis de insulina mais consistentes.

    Por norma, os açúcares simples como o açúcar de mesa (sacarose) têm um IG elevado, enquanto a maioria dos hidratos complexos, como a batata doce, têm um IG baixo. No entanto, há algumas excepções para esta regra. Por exemplo, a fruta é rica em frutose, um hidrato de carbono simples, mas a maioria das frutas tem um IG baixo.

    Há duas razões para isso. Por um lado, a maioria das frutas são ricas em fibras, o que retarda um pouco a digestão. Além disso, a frutose não pode ser usada pelos músculos enquanto combustível. Primeiro, tem de ser convertida em glicose pelo fígado. Este processo é demoroso, o que mantém a maioria das frutas na categoria dos alimentos com IG baixo, com a excepção de frutas como o melão, a banana e a melancia, que tendem a ter um IG mais elevado que as outras.

    Por outro lado, as batatas brancas contêm hidratos de carbono complexos, mas são digeridos muito rapidamente, apresentando-se então como hidratos complexos com alto IG. O mesmo pode ser dito do pão branco e da maioria das variedades de arroz branco.






    Regra n º 2 – Privilegie os alimentos com IG baixo



    Na maioria das refeições, é aconselhado concentrar-se em hidratos com índice glicémico baixo. Isso irá manter os níveis de insulina baixos, ajudando, portanto, a manter os níveis de energia durante o dia, assim como a queimar gordura. Vários estudos clínicos já vieram comprovar esse facto.

    Uma das piores alturas para consumir hidratos com um alto índice glicêmico é no momento que antecede o treino. Durante anos, muitos culturistas ingeriam hidratos com alto IG antes do treino, no que pensavam ser a conclusão lógica para remediar à energia rápida de que precisavam. O problema foi terem exatamente isso – energia rápida – mas essa rapidamente se esgotar também, quebrando a intensidade do treino antes do fim.

    Além disso, estavam a abrandar a queima de gordura durante os treinos. Se consumir hidratos de carbono antes de um treino, aconselhamos que tome 20 a 40 gramas de hidratos de carbono com IG baixo, num período de 30 minutos antes do treino, juntamente com 20 gramas de proteína em pó.

    Manter níveis de insulina baixos pode também ajudar na sua longevidade fora do ginásio. Em testes animais, a investigação científica demonstrou que quando os níveis de insulina são mantidos a um nível baixo, a longevidade aumenta cerca de 50%. Embora não tenha sido identificado com precisão a razão para esse efeito contra o envelhecimento, acredita-se que o sinal da insulina nas células possa danificá-las ao longo do tempo. Ao manter os níveis da insulina baixos, diminui-se também a comunicação entre a insulina e as células, o que resulta em células mais saudáveis e com maior longevidade.

    Regra 3 – Saiba quando recorrer aos IG altos


    De modo geral, guie-se pela regra número dois. No entanto, há dois momentos do dia em que os hidratos com IG elevado podem ser vantajosos para si. O primeiro desses dois encontra-se nos primeiros minutos que seguem o acordar (e unicamente se o seu objectivo for ganhar em massa).
    Ao acordar, acaba de passar por um perído de 6 a 8 horas em jejum. Isso fez, naturalmente, baixar o seu glicogénio muscular e hepático (a forma na qual os hidratos de carbono são armazenados no corpo). Esta quebra de glicogénio dá sinal ao corpo de que é necessario atacar o tecido muscular para usá-lo como combustível.
    Tomar cerca de 20 a 40 gramas de hidratos de carbono de digestão rápida, logo ao sair da cama, vai estimular a insulina e restaurar rapidamente os níveis de glicogénio assim como parar com o ataque ao músculo.
    Recomenda-se, portanto, que coma fruta pela manhã. Oferece outras vantagens, como as suas propriedadesantioxidantes e outros fitoquímicos benéficos.
    A razão principal pela qual as frutas têm um IG baixo deve-se à frutose, que precisa de ir para o fígado para ser processada. No entanto, quando chega ao fígado, dá sinal ao corpo que esse pode parar com a decomposição muscular. Assegure-se que toma esses hidratos de carbono com 20 a 40 gramas de proteína de rápida digestão, como a Whey, restaurando assim a perda muscular potencialmente observada durante a noite.
    Por outro lado, se está a tentar maximizar a perda de gordura, pode ser melhor ignorar por completo os hidratos de carbono pela manhã. Se é verdade que está a acordar num estado catabólico, também está a queimar gordura devida aos níveis de glicogénio baixos. Tomar um batido de proteína poderá ajudar a parar com a degradação muscular sem travar demasiado a queima de gordura.
    Quer o seu objectivo seja ganhar massa ou eliminar gordura, outro momento oportuno para tomar hidratos de carbono de digestão rápida seria 30 minutos após o treino. Nessa altura, pode ir entre 30 a 80 gramas desses carbidratos, juntamente com 40 gramas de proteína em pó. Os hidratos com índice glicémico elevado vão estimular a sua insulina, o que irá levar esses mesmos hidratos e aminoácidos para a proteína, assim como a creatina (no caso de tomar creatina) directamente para os músculos.
    Os hidratos de carbono são fundamentais para rapidamente repor o glicogénio muscular utilizado durante o treino. Os aminoácidos vão aumentar o crescimento muscular, assim como dar um novo impulso de insulina. E a creatina, como já se sabe, também vai ajudar a estimular o crescimento muscular. Além disso, a insulina dá sinal ao músculo para começar o crescimento muscular e travar a sua degradação.







    Regra n º 4 – Utilize a ajuda da proteína


    Estudos confirmam que ao tomar hidratos de carbono de alto índice glicêmico juntamente com proteína de digestão rápida, como a whey, após o treino, os níveis de insulina disparam para um nível ainda mais elevado do que quando se toma unicamente hidratos de carbono com um IG alto.

    Em alguns estudos, até já foi sugerido que a proteína whey poderia estimular os níveis de insulina para o mesmo patamar que os hidratos de carbono com IG elevado. Isso tem levado muitas pessoas a questionar se deveriam usar proteína whey entre as refeições e antes dos treinos por causa desse pico tão elevado de insulina. Será que prejudica a perda de gordura?

    A whey parece estimular a insulina, devido, principalmente, à quantidade de leucina que contém, mas não parece prejudicar a perda de gordura a longo prazo. Estudos demonstram que uma suplementação com whey,BCAAs, ou até mesmo apenas com leucina, na verdade, ajuda na perda de gordura.

    Esta suplementação também parece aumentar a sensibilidade à insulina, o que ajuda a medir a eficácia com que os receptores de insulina reconhecem a insulina. Uma sensibilidade elevada à insulina é boa porque permite que os músculos absorvem mais hidratos de carbono e, uma vez que a insulina reduz a fome, acabará, a longo prazo, por comer menos.

    Portanto, deveria preocupar-se com o facto da whey protein estimular a insulina? Não muito. No entanto, se atingir um ponto em que tem problemas em perder alguns quilos em áreas mais teimosas, pode considerar utilizar caseína, em particular caseína micelar, que consiste numa proteína de leite que não estimula os níveis de insulina da mesma maneira que a whey. É apropriada antes dos treinos e em qualquer outra altura do dia em que costuma tomar um batido de whey entre as refeições.

    Isso pode ajudá-lo a obter a proteína de qualidade de que precisa e, ainda assim, manter os seus níveis de insulina baixos; ajudá-lo a manter-se num estado optimizado de queima de gordura. Para obter o melhor resultado, tanto da whey como da caseína, pode também combiná-las com um suplemento pós-treino, para maximizar o crescimento muscular.


    Alguns suplementos podem melhorar ou imitar os efeitos da insulina nas células musculares, o que pode ajudá-lo a tirar o máximo proveito do seu estado de crescimento pós-treino. Um exemplo desses substitutos é o ácido alfa-lipóico (ALA).
    O ALA é um potente antioxidante que melhora a acção da insulina nas células musculares. Se procura maximizar a influência da insulina no seu crescimento muscular, misture 300 a 500 mg de ALA com os seus hidratos de carbono e proteína pós-treino. Ao fazer isso, está a agir no sentido de aumentar a acção da insulina, o que irá potencialmente levar a uma melhor recuperação e crescimento após os treinos.


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    Fonte: Prozis



    Todo mundo que está acostumado a fazer dietas ou exercícios físicos com certeza já ouviram falar do “ Índice Glicêmico”, mas o que ele representa? Como ele pode nos ajudar a ter resultados na dieta?

    O índice glicêmico (IG) é o potencial que um determinado alimento tem de aumentar a carga de glicose no sangue, ou seja, a velocidade que o consumo de algum alimento irá aumentar sua glicemia (ou “açúcar no sangue”).

    Você pode consumir um alimento rico em carboidratos e ele aumentar sua glicemia rapidamente, e outro com a mesma quantidade de carboidratos que aumenta a glicemia gradativamente, isso se deve principalmente na quantidade de fibras presente nesse alimento e também na dificuldade do organismo de digerir e absorver esse carboidrato pela sua complexidade ou simplicidade em moléculas de glicose unidas, e quanto mais fibras, menos o índice glicêmico!

    Normalmente alimentos de alto índice glicêmico tem sabor doce, como o próprio açúcar, o mel, carboidratos refinados, pois são o carboidrato na sua forma mais simples, precisam de quase nenhum trabalho do organismo para serem digeridos e absorvidos, por isso aumentam a glicemia rapidamente !

    • Como que entender isso, vai ajudar na minha dieta? 

    Quando um alimento que você consome faz sua glicemia aumentar muito rapidamente, essa glicemia estimula a liberação de insulina da mesma maneira, rapidamente! É ela que coloca a glicose para dentro da célula para ser gasta como forma de energia, se essa energia não for gasta para alguma coisa, na mesma velocidade que você está colocando ela pra dentro da célula, essa energia acaba acumulando! Quando essa energia entra gradualmente na sua célula, você vai gastando ela naturalmente, sem dar espaço para que ela se acumule! Portanto para ao longo do dia o ideal é procurar alimentos com índice glicêmico mais baixo como arroz integral, pão integral, etc.

    • Para quem faz atividade física, qual a vantagem?

    Entendendo a absorção dos carboidratos, você consegue distribuí-los de forma ideal ao longo do dia, de forma a poupar a tão almejada massa magra, e ceder energia para conseguir ter um treino ideal.

    Para serem consumidos ao longo do dia o ideal são carboidratos de baixo índice glicêmico, no seu pré-treino o ideal é consumir um carboidrato de baixo índice glicêmico junto com uma fonte de proteína.

    Algumas atividades intensas pedem uma alimentação durante o treino, nesse caso devem ser carboidratos de alto índice glicêmico, como em algumas corridas acima de 10km, nesse caso podem ser barras de frutas ou suplementos como dextrose ou géis de carboidrato.

    No pós-treino a indicação é de um carboidrato de alto índice glicêmico, para repor o glicogênio muscular (energia de reserva do músculo), para que não haja perda de massa magra, e para quem deseja anabolismo muscular esse também é o momento do consumo de alguma proteína para repor as perdas durante os exercícios!

    >>> Portanto tanto pra quem quer emagrecer, quanto para quem quer ganhar massa, entender o índice glicêmico é essencial, pois controlar carboidratos ajuda também na sua saúde !!!

    *Alimentos de Alto índice Glicêmico: 
    Mel – pão francês – bolos – corn flakes – milho – glicose – sacarose – maltose – achocolatados – doces em geral – sucos de frutas

    *Alimentos de médio índice glicêmico: 
    All Bran – Müsli de cereais – laranja – feijão – batata doce 

    *Alimentos de baixo índice glicêmico: 
    pão integral – arroz integral – maçã – pêra – cenoura crua – macarrão integral


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    Fonte: Autora colaboradora Alimentação Fitness
    Nutricionista Nathalia Pinho


    Existem diversos meios para se ter um crescimento muscular. Porém, ter uma dieta com baixo teor de gordura, e aumentar a quantidade de peso que você levanta em seus treinos de musculação , ajudam a alcançar seu objetivo de forma mais saudável. Uma alimentação rica em proteínas, ajudará a manter e a construir sua massa muscular, e substituir pesos leves por mais pesados durante sua rotina de treino, fará com que tenha um amento mais significativo nos grupos musculares que exercita.

    TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO E CRESCIMENTO MUSCULAR

    Coma alimentos ricos em proteína – Procure se alimentar com carnes brancas, como frango e peixe, que são ricos em proteína e ajudam no ganho de massa magra. Essas carnes também possuem uma grande variedade de vitaminas e minerais como: Vitamina B12, ferro, zinco, creatina, ômega 3 e ácidos graxos. Todos eles são necessários para o crescimento muscular.
    Consumir proteínas de origem vegetal - Procure consumir alimentos de origem vegetal como: Soja, amendoim e legumes. Procure se alimentar com produtos que não tenham conservantes e aditivos.
    Comer vegetais de folhas verdes - Consuma vegetais de folhas verdes como a brócolis e espinafre. O brócolis contém 


    fitoquímicos, que ajudam a proteger o corpo contra o câncer. Além de conter uma grande quantidade de fibras, o brócolis tem poucas calorias, contribuindo para a perda de gorduras. Devido aos seu alto poder nutricional, o espinafre ajuda na manutenção da massa muscular. Além disso, seus nutrientes ajudam o organismo na proteção contra doenças cardiovasculares.

    Substituir arroz normal por arroz integral com quinoa - Quinoa é um grão que contém mais proteína e fibras do que o arroz branco e a aveia.
    Procure manter um dieta rica em proteína - A proteína é essencial para a manutenção e construção da sua massa muscular. Por isso mantenha sempre um dieta rica em proteínas, principalmente com carnes brancas e sem gorduras. Para obter um maior resultado no crescimento muscular, você poderá usar durante o dia suplementos a base de proteína.
    Aumente o peso na sua rotina de treino – Procure aumentar o peso nas suas séries de musculação. Ao invés de fazer séries com 20 ou 16 repetições, realize séries com 10 ou 8 repetições, com uma carga mais alta. Procure fazer os movimentos de forma lenta e concentrada.
    VEJA ESSE VÍDEO FALANDO SOBRE CRESCIMENTO MUSCULAR



    DICAS FINAIS PARA CRESCIMENTO MUSCULAR

    Quando você aumenta a carga de pesos nas suas séries de musculação, é necessário que você dê um tempo maior de descanso aos seus grupos musculares. Não malhe um grupamento muscular por dois dias seguidos.
    Nosso corpo é feito de 70% de água, portanto mantenha-se hidratado durante o dia, e principalmente durante sua rotina de exercícios.
    Fonte: Blog Corpo Sarado


    Respondendo de maneira direta: Glutamina é bom ? Sim. Entenda porque.
    A glutamina é necessária a inúmeras funções no corpo humano, incluindo o fortalecimento da musculatura e do sistema imune.
    É classificada como um aminoácido condicionalmente essencial – isto significa que o corpo o fabrica, mas que precisa da suplementação durante circunstâncias onde há um aumento do seu consumo, como nos casos de stress causado pelo exercício prolongado, cirurgias ou doenças infecciosas.
    A glutamina é especialmente importante para adultos que objetivam preservar tecido muscular. É o aminoácido mais abundante no corpo, e está presente em grande parte nos músculos.
    Um estudo mostrou que a suplementação com glutamina em indivíduos submetidos a cirurgias de grande porte evitou o declínio dos níveis de glutamina muscular e na síntese de massa muscular que ocorre normalmente após este procedimento: A glutamina pode prevenir a perda de tecido muscular durante a recuperação de cirurgias e possui implicações importantes para todos aqueles que procuram preservar sua massa muscular.
    Um dos motivos pelo qual a glutamina melhora a manutenção da musculatura é o estímulo a secreção do hormônio de crescimento. Quanto maior os níveis do hormônio de crescimento, maior é a construção e o reparo dos tecidos; com isso os cientistas nutricionais testam vários nutrientes para naturalmente estimular os níveis do hormônio de crescimento. Em um estudo, os pesquisadores administraram 2 gramas de glutamina dissolvida em uma bebida a nove adultos saudáveis. Oito deles responderam a ingestão oral de glutamina com um aumento 4 vezes maior na produção deste hormônio. Esses resultados mostram que os atletas e a população idosa ativa podem usar a glutamina para aumentar os níveis de GH.
    A glutamina pode garantir importantes benefícios para indivíduos que participam de programas de treinamento. Evidências mostram que a glutamina pode ajudar a reabastecer os estoques de glicogênio muscular depois do exercício intenso. O glicogênio serve como uma fonte prontamente disponível de combustível para a ação muscular, e como muitos atletas sabem, otimizar os níveis de glicogênio é fundamental para uma bom rendimento no exercício.
    Em um estudo, os pesquisadores administraram glutamina a voluntários saudáveis que tinham completado 90 minutos de exercício intenso. Esta atividade vigorosa esgota os estoques de glicogênio muscular. A suplementação com glutamina aumentou os níveis de glutamina muscular e também os estoques de glicogênio muscular depois da sessão de exercícios intensos.
    Em adição aos seus benefícios para a saúde muscular, a glutamina é também crucial para a saúde do sistema imune, sendo especialmente importante para aqueles que se exercitam de forma vigorosa. O exercício intenso reduz os estoques de glutamina, deixando menos quantidade disponível para um sistema imune saudável, aumentando assim a probabilidade do atleta em contrair infecções. Os pesquisadores afirmam que a suplementação com glutamina ajuda a prevenir a queda da função imune que pode acontecer nas pessoas sujeitas ao treinamento físico intenso. Está aqui um de seus efeitos mais percebidos na prática: A diminuição de estados gripais e de infecção das vias aéreas superiores.
    A glutamina assim detém importante ajuda na preservação da massa muscular estimulando níveis saudáveis de hormônio de crescimento, otimizando os estoques de glicogênio e prevenindo a imunodepressão ocasionada pelo exercício. Estes efeitos têm importantes aplicações para os atletas e pessoas idosas que percebem que a saúde muscular é essencial para uma vida saudável e uma funcionalidade a longo prazo, mesmo com o avanço da idade.
    Para comprar Glutamina CLIQUE AQUI

    Fonte: Dr. Luciano de Castro

    A creatina é um suplemento legal que pode ser comprado em lojas de suplemento.
    A creatina é também encontrada naturalmente no nosso corpo, assim como em certos alimentos. Ela é encontrada principalmente em carnes magras como filé. No entanto, o processo de cozimento dos alimentos pode destruir a maioria da creatina. A creatina pode ser produzido em quantidades menores, por nosso fígado e nos rins a partir de aminoácidos. A creatina também pode ajudar a aumentar a síntese de proteína, que ajuda os músculos a crescer.
    Creatina ajuda a produzir energia, que é vital em exercícios extenuantes. Creatina no corpo aumenta a produção de ATP (trifosfato de adenosina), que é uma fonte de energia que o corpo usa (particularmente nos músculos) durante gastos de energia. Perfeito para quando você está treinando seus músculos.
    A creatina também ajuda a puxar água para dentro do músculo, dando-lhes uma aparência mais cheia.
    Como tomar creatina?
    Creatina puxa a água de outras partes do corpo, a fim de encher os músculos com água. É extremamente importante manter-se hidratado ao utilizar a creatina. Ainda mais nos meses de verão, quando você pode estar perdendo uma grande quantidade de líquido devido ao suor.
    A creatina pode ser tomada em formas diferentes – em pó, pílulas, cápsulas e líquidos. Como você irá tomar é uma questão de preferência pessoal.
    Deve ser tomado antes e depois do treino, 5g de creatina é necessária a cada dia. Tomando pré treino, a creatina irá aumentar seus níveis de energia. Pós-treino é quando o seu corpo irá utilizar todos os nutrientes que a creatina irá substituir.
    Você pode ter ouvido falar do “carregamento”, a fase em que você começa a tomar creatina. Isto é onde você utilizará até 20g de creatina por dia, durante um número de dias, a fim de saturar os músculos com creatina mais rápido. Esta maneira de tomar creatina é ótima, pois permite que o corpo comece a usar a creatina efetivamente e mais rapidamente. Isso comparado com o de uma pessoa que vai tomar 5g por dia a partir do início. Depois de uma semana, vá a dosagem normal, pois o carregamento é pensado para trazer resultados muito mais rápidos.
    Muitas pessoas acreditam no ciclo da creatina. Um ciclo seria composto de algo como um mês usando em 1 mês sem usar. Muitos sentem que o efeito da creatina desaparece quando tomado por um longo período de tempo, por isso, a fim de impedir que isso aconteça eles fazem o ciclo da creatina.
    Quão seguro é a creatina?
    A creatina é 100% seguro e completamente legal. Estudos sobre creatina estão em curso há mais de 80 anos e até hoje não houve críticas negativas. A única coisa que se exige é ter de que beber bastante água ao usar creatina.
    Está precisando de creatina? Compre a sua aqui!
    Fonte: http://swoleandstacked.com/what-is-creatine-and-how-does-it-help/


    Anabolismo e catabolismo são estados diferentes que descrevem se o corpo está construindo ou perdendo tecido muscular. Quando você está tentando ganhar peso, você deve maximizar o tempo em que seu corpo fica no estado de construção muscular, de forma que seus resultados sejam mais satisfatórios. A maneira que você come, treina e descansa influencia diretamente nesse processo.

    CATABOLISMO

    Catabolismo é o estado do seu corpo que degenera o tecido muscular. Sempre que você treina, seja cardio ou musculação, você está fadigando os músculos. Quanto mais longo e difícil for seu treino, mais dano você causa ao tecido muscular. Outros fatores podem contribuir para que seu corpo fique em estado catabólico, como a má alimentação e a falta de descanso.
    Formas de promover o Catabolismo:
    • Treinamento longo e estressante;
    • A durção não deve exceder 60 minutos;
    • Alimentação inadequada;
    • Treinar com fome ou mais de duas horas depois da última refeição;
    • Sono inadequado ou fora do mínimo exigido pelo corpo(8 horas);
    • Ingestão de bebida alcoólica.

    ANABOLISMO

    Anabolismo é o estado em que seu corpo constrói tecido muscular. Quando você descansa, seu corpo começa a reparar o tecido muscular danificado. Dessa forma, é durante o repouso, e não no exercício, que seu corpo desenvolve a massa muscular.
    Formas de promover o Anabolismo:
    • Treinamento adequado com alta intensidade e baixo volume;
    • Alimentação adequada ingerindo uma boa quantidade de proteína de origem animal por dia. Esta proteína devera ser ingerida juntamente com carboidrato após o treinamento e sozinha antes de dormir;
    • Uma boa noite de sono com no mínimo oito horas de duração, um sono tranqüilo e profundo.

    EM SUMA, COMO FICAR EM ESTADO ANABÓLICO POR MAIS TEMPO?

    Existem algumas estratégias para deixar o corpo em estado anabólico por mais tempo, ajudando você a ganhar mais massa muscular.
    Se alimentar bem é fundamental. Procure comer de 3 em 3 horas. Quando você não come por um bom período de tempo, seu corpo começa a usar o tecido muscular como fonte de energia (catabolismo). A melhor maneira de evitar isso é comer várias vezes por dia, começando de manhã.
    Nunca pule o café da manhã. Quando você acorda, seu corpo está há um bom tempo sem receber nutrientes, e certamente já entrou no catabolismo. Dessa forma, você precisa se alimentar rapidamente, a fim de entrar em estado anabólico o mais rápido possível.
    Controlar o tempo de treino também é muito importante. Nunca treine por mais de 90 minutos (o ideal é 60). Quanto mais você treina, mais seus músculos se degeneram. Se você quer ganhar massa muscular, precisa ter em mente que o treino é apenas um estímulo. A partir do momento que você já conseguiu estimular os músculos para crescer, o resto do seu treino é um desperdício. Se você passa horas na academia, procure aumentar a intensidade do seu treino e diminuir a duração. 60 minutos estão de bom tamanho.
    Por fim, você deve dar o devido descanso aos músculos para que eles se desenvolvam satisfatoriamente. Procure dormir ao menos 8h por dia, e divida o seu treino com inteligência, evitando que seu corpo trabalhe os mesmos grupos musculares em dias seguidos. Lembre-se, você não cresce na academia, mas fora dela.
    Se você deseja aprender exatamente como formular seu treino e dieta para ficar em estado anabólico por mais tempo e ter resultados expressivos nos ganhos de massa muscular, recomendo fortemente a leitura dos materiais abaixo:
    Fonte: Straighthealth



    Da mesma forma que ocorre em outras áreas da musculação, como a definição abdominal, por exemplo, o crescimento muscular é cercado de mitos espalhados por aí. Veja abaixo quais são os 5 maiores mitos do ganho de massa muscular e não caia neles!


    MITO 1 – VOCÊ PODE CONSTRUIR MÚSCULOS SEGUINDO UMA DIETA COM POUCAS CALORIAS

    Não só na musculação, mas em qualquer área da vida, o primeiro passo para ter sucesso é decidir o que você quer. Se o seu objetivo é ganhar massa muscular, por que raios você iria seguir uma dieta com baixo índice calórico?
    Para ganhar massa muscular você precisa fornecer mais calorias do que o seu corpo precisa para se manter trabalhando normalmente. É exatamente esse excedente que será usado pelo corpo para desenvolver os tecidos musculares.
    Não existem atalhos, se você quer crescer precisa comer como gente grande!

    MITO 2 – VOCÊ NÃO PODE CONSTRUIR MÚSCULOS SEM GANHAR MUITA GORDURA

    Claro que se você quiser ganhar uma quantidade considerável de massa muscular, deve se acostumar com a ideia de ganhar um pouco de gordura. Porém, um pouco de gordura não significa que você deve perder toda a sua definição muscular como acontece em muitos casos.
    Ajustando sua dieta da forma correta, você terá um excedente calórico proveniente de boas fontes, ganhando músculos com qualidade. Um pouco de gordura faz parte e você pode perdê-la facilmente no período de cutting do seu treinamento. Porém, se você ganhar muita gordura, saiba que isso é totalmente culpa sua, pois é possível ter ótimos ganhos de massa muscular com muita qualidade.

    MITO 3 – A ÚNICA MANEIRA DE FICAR GRANDE É TOMANDO ESTEROIDES ANABOLIZANTES

    Muitas pessoas acreditam que todas as pessoas musculosas do mundo tomaram esteroides anabolizantes. Chega a ser no mínimo engraçado. É só encontrar alguém que começou a treinar, seguiu uma boa dieta e está evoluindo que já começam os comentários: “Olha aí, mal entrou na academia e já está tomando bomba”.
    Claro que você não deve tentar mudar a visão de outras pessoas, deixe cada um pensar como quiser. Mas você precisa entender que é totalmente possível ter ótimos resultados sem o uso de qualquer substância ilegal.
    Se você seguir uma dieta hipercalórica, fizer um treino legal para hipertrofia e descansar bem, você terá resultados!
    O problema é que algumas pessoas querem aumentar o bíceps em 10cm em uma semana, e é lógico que isso não acontecerá naturalmente. Seja realista, defina seu objetivo, estipule metas para alcançá-lo e siga tudo a risca que você terá ótimos resultados, e o melhor de tudo, de forma saudável!

    MITO 4 – SE EU TREINAR COMO UM FISICULTURISTA VOU FICAR DO TAMANHO DELE

    Não é difícil encontrar pessoas que seguem o mesmo treino de caras como Jay Cutler, Phil Heath,Ronnie Coleman, entre outras figuras, achando que vão ficar como eles.
    Você acha que o Jay Cutler começou na musculação usando a rotina de treinos que tem hoje? É claro que não!
    Esses caras treinam há décadas, sempre no limite, não pulam uma refeição há anos, dormem como bebês, enfim, eles de dedicam 100% aos treinos, e é normal que haja uma evolução.
    Para que você um dia fique perto de ter o tamanho que esses caras têm, precisa ter uma ótima base. Treine no mínimo 10 anos sem faltar uma vez sequer no treino antes de tentar fazer a mesma rotina de um fisiculturista pro.

    MITO 5 – QUANTO MAIS TEMPO VOCÊ TREINAR, MAIS MÚSCULOS VAI CONSTRUIR

    Esse é um mito bem comum, e talvez seja o mais problemático de todos eles.
    Pela lógica, faz sentido pensar que quanto mais tempo passarmos na academia, mais músculos vamos ganhar. Porém, na prática não é isso que acontece.
    Nossos músculos precisam de um estímulo para se desenvolver. Depois que você gerar esse estímulo através do treino de musculação, você deve sair da academia correndo e fazer sua refeição pós treino.
    Quando você passa do ponto e treina mais do que o necessário para o desenvolvimento muscular, vai acabar jogando fora todo seu esforço e talvez até entrar em overtraining.
    Lembre-se, se você quer ganhar massa muscular, seu treino de musculação precisa ser curto, porém intenso.
    Fonte: http://definicaototal.com.br/



    A musculação estimula o crescimento dos músculos, mas para que isso ocorra, devemos fornecer ao organismo o “material” para esse desenvolvimento. Por um sistema chamado METABOLISMO, o organismo usa carboidratos, proteínas e gorduras para gerar energia necessária para o crescimento e manutenção da vida (catabolismo). No metabolismo, as proteínas são degradadas em aminoácidos e as células os utilizam para reparar músculos e tecidos, resultando no crescimento muscular.
    Baseado nessa idéia a lógica seria: quanto mais proteínas você ingerisse, mais músculos seu corpo iria desenvolver. Mas não é bem assim que acontece… O excesso de proteínas é convertido em calorias a mais que serão usadas com fonte de energia ou depósito de gordura.
    As pessoas que fazem um treino de força e desejam hipertrofia, realmente necessitam de maiores quantidades de proteínas e aminoácidos, porém necessitam também do aumento da quantidade de calorias vindas de carboidratos e lipídios, o que geralmente não é feito. Indivíduos iniciantes nos treinos de musculação e adolescentes também necessitam de uma maior quantidade de proteínas.
    As proteínas são peças-chave no reparo e na construção de tecido muscular. Ao levantar pesos, você causa pequenas rupturas nas fibras musculares e em função disso, o organismo irá buscar energia e aminoácidos para reparar essas lesões. Porém, o excesso de aminoácidos não trará benefícios, afinal, as células musculares absorvem a quantidade exata de nutrientes que necessitam e o que for ingerido em excesso terá outro destino.
    Então, o ideal é uma dieta rica em carboidratos bons e razoável em proteínas e gorduras boas, pois dessa forma você terá energia e força para treinar e irá disponibilizar proteína o suficiente para os músculos serem reparados no período de repouso.
    Lembrando que as melhores fontes de proteína são as de origem animal: carnes, aves, peixes, leite e derivados, ovos, whey protein, etc.  E os aminoácidos com benefício comprovado são: glutamina, BCAA’s, arginina e leucina.
    Consulte um nutricionista esportivo para que ele calcule suas necessidades energéticas, de proteínas e necessidade de suplementação.
    Bons treinos!
    Por: Nutricionista Giovana Guido
    Site: www.giovanaguido.com.br
    REFERÊNCIAS:
    KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
    BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005.

























    Muitos esportistas e atletas desejam um aumento de massa muscular magra, então, freqüentemente recorrem somente ao aumento no consumo de proteínas. Essa tática também ajuda, porém, não é só isso que irá garantir o sucesso, do programa. Atente a:

    1-     Siga um treino intenso e regrado (não falte!) com pesos de acordo com a programação de um educador físico. Sempre procure aumentar suas cargas;

    2-     Adicione aos poucos de 500-1000 kcal/dia em sua alimentação. A adição deve ser gradual para acompanhar o aumento de intensidade dos treinos e evitar acúmulo de gorduras localizadas. Quando você começar a ter dificuldades em ganhar, mesmo se alimentando bem e aumentando as calorias, é hora de começar a fazer uma suplementação específica (sob orientação);

    3-     Aumente o consumo de alimentos ricos tanto em carboidratos como em proteínas, como por exemplo: sanduíche de atum e/ou peito de frango, macarrão ao sugo com carne moída ou frango desfiado, pão integral com queijo branco, salada com atum e batatas, etc.;

    4-     Escolha fontes de proteínas e carboidratos baixos em gorduras ruins (trans e saturadas);

    5-     Consuma gorduras boas para ajudar a alcançar as necessidades calóricas, como: azeite de oliva, oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes, amendoim, etc.), abacate, gordura de coco, etc.;

    6-     Consuma diversas pequenas refeições ao longo do dia, para que os músculos frequentemente tenham aporte de energia e proteínas;

    7-     Garanta tempo suficiente para descanso entre os treinos e boas noites de sono.

    1. Evite dietas restritivas

    Um dos erros mais comuns em dieta para o ganho de massa muscular é consumir quantidades adequadas de proteínas, mas não ingerir calorias suficientes para suprir o corpo de energia. É verdade que seu corpo necessita de proteínas para crescer, mas se esta medida for acompanhada de uma dieta muito restritiva em calorias, de nada vai adiantar.


    2. Consuma carboidratos
    Carboidratos são utilizados como combustível para os exercícios. Se o corpo não tem reserva em carboidratos, ele terá que obter nas proteínas a energia de que necessita para treinar. Além disso, os carboidratos têm um papel importante na liberação de insulina, que é um hormônio anabólico, atuando inclusive na construção das proteínas.

    3. Consuma proteínas
    Músculos são construídos com proteínas, disso você já sabe. Mas qual a quantidade ideal de proteínas que você deve ingerir? O ideal para praticantes de atividades físicas é consumir de 0,8 g a 1,5 g de proteínas para cada quilo corporal. Ou seja, se você pesa 70 kg, deve consumir de 56-105g de proteína/dia. O ideal é dividir esta quantidade em pequenas porções ao longo do dia para melhor absorção e assimilação. Boas fontes de proteínas são carnes magras, frango, peixe, whey protein e clara de ovo.

    4. Fracione suas refeições
    O ideal é fazer 6 refeições por dia. Pode parecer muito mas, na verdade, não é. Embora exija bastante disciplina, comer porções menores e mais vezes ao dia compensa no final. Uma razão é a liberação freqüente de insulina. Quando você come, o nível de glicose no sangue aumenta e a resposta do organismo para isso é a liberação deste hormônio que, como já dissemos, é um potente anabólico.

    5. Ingira gorduras do bem
    Não ingerir gorduras do bem é um dos erros das pessoas que desejam ganhar músculos. Há uma importante ligação entre a gordura e os níveis de testosterona, um dos principais hormônios ligado ao ganho de massa muscular e à diminuição da gordura corporal. Boas fontes de gorduras benéficas são: salmão, que é rico em ômega 3, azeite, óleo de linhaça e CL.


    6. Faça uma boa refeição pré-treino
    Na refeição pré-treino ingira carboidratos de digestão lenta – arroz, macarrão e grãos integrais, feijões, batata-doce. Como a conversão destes carboidratos em glicose demora mais tempo, o nível de açúcar no seu sangue se manterá constante durante todo o treino e você terá energia para treinar por mais tempo e mais intensidade. Incrementando esta refeição com uma fonte magra de proteína, você maximiza seus ganhos.

    7. Faça uma refeição pós-treino de qualidade

    A refeição pós-treino deve ser rica em carboidratos de fácil digestão – abacaxi, banana, manga, melancia, papaia, pão branco, mel, aveia, geléias, dextrose – e em proteínas completas, como peito de frango e whey protein. Quando você treina, você coloca seu corpo em estado de catabolismo (quebra). Você destrói as fibras musculares para que elas sejam construídas maiores e mais fortes. Mas se você não se alimenta apropriadamente, seu organismo não poderá fazer esta reconstrução com eficiência.

    8. Beba bastante água

    Isso não pode ser esquecido. Mais de 70% do nosso corpo é água e se você está desidratado, seus músculos não crescem. Após treinos longos e intensos, é necessário repor não só água, mas também os sais minerais e os carboidratos perdidos. Para isso, os sports drinks são excelentes opções.

    9. Use suplementos

    Suplementos funcionam, contanto que você treine. Comece com proteínas, glutamina, carboidratos e multivitamínicos. Outra boa indicação são os packs. Eles contêm combinações específicas de macro e micronutrientes.

    10. Descanse

    Descanso é essencial para a construção muscular. Se você não descansa, seus músculos não crescem. Esse descanso engloba as 48h entre uma série e outra (sempre alterne os grupamentos musculares exigidos), as pausas entre os grupos de repetições (de 60 a 90 segundos) e as horas de sono. Para saber de quantas horas de sono vocêa necessita para se recuperar, desligue o despertador. Você acordará quando seu corpo estiver descansado.
    Bons treinos..

    Fonte: http://www.medortomolecular.com


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